caso clínico reconstrução óssea

Prof. Dr. David Peñarrocha Oltra

Especialidade: Cirurgia Oral

Treinamento:

  • Graduação em Odontologia, Universidade de Valência, (Prêmio Extraordinário)
  • Mestre em Cirurgia Oral e Implantodontia, Universidade de Valência,
  • Doutorado em Odontologia com Menção Internacional, Universitat de Valéncia – University of Pisa, (Prêmio Extraordinário)
  • Scholar ITI (International Team for Implantology), Universidad Nacional Autónoma de México.
  • Professor Titular de Cirurgia Oral e Cirurgia de Implante, Universidade de Valência.
  • Diretor da Universidade Especializada em Implantodontia da Universidade de Valência.

Sites de interesse:

RECONSTRUÇÃO ÓSSEA 3D COM A TÉCNICA KHOURY DE UM DEFEITO ÓSSEO VERTICAL NA ÁREA MANDIBULAR POSTERIOR

Paciente de 58 anos sem história médica relevante, com defeito ósseo vertical no nível 3637 causado por peri-implantite. O paciente vem até nós após a remoção do implante.

Tratamento: reconstrução óssea 3D com a técnica de Khoury (lâminas ósseas autólogas) e colocação de 2 implantes Galimplant IPX® com 4 meses. Ponte 36-37 em zircônia monolítica sobre pilares retos estéticos rotacionais.

Situação clínica inicial em que se observam as ausências de 36 e 37 e atrofia óssea nessa área.

Figura 1 (A, B y C)

Figura 1 (A)

Figura 1 (B)

Figura 1 (C)

Estudo radiográfico bidimensional e tridimensional do defeito ósseo vertical no terceiro quadrante. A paciente trouxe uma ortopantomografia de acetato antes da retirada do implante, que foi realizada em outro consultório odontológico. Figura 2 (A, B y C)

Figura 2 (A)

Figura 2 (B)

Figura 2 (C)

Retalho de espessura total para acessar a linha oblíqua externa no nível de onde estaria o terceiro molar.

Figura 3 (A, B y C)

Figura 3 (A)

Figura 3 (B)

Figura 3 (C)

Osteotomias com broca redonda, motor piezoelétrico e disco diamantado para obtenção do bloco ósseo.

Figura 4 (A, B y C)

Figura 4 (A)

Figura 4 (B)

Figura 4 (C)

Obtenção de osso autólogo particulado com raspador.

Figura 5 (A, B y C)

Figura 5 (A)

Figura 5 (B)

Figura 5 (C)

Figura 6 (A)

Figura 6 (B)

Figura 6 (C)

Obtenção do bloco ósseo autólogo e divisão em 2 folhas de 1-2mm de espessura.

Figura 6 (A, B, C, D y E)

Figura 6 (C)

Figura 6 (C)

Confecção de um túnel de espessura total no nível 36 e 37, acessado por uma descarga vertical na distal 35.

Figura 7 (A, B y C)

Figura 7 (A)

Figura 7 (B)

Figura 7 (C)

Figura 8 (A)

Figura 8 (B)

Figura 8 (C)

Fixação de placa por vestibular com 2 microparafusos, preenchimento com osso autólogo particulado e fosfato tricálcico B particulado e fixação da segunda placa oclusalmente.

Figura 8 (A, B, C, D y E)

Figura 8 (C)

Figura 8 (C)

Colocação de membranas A-PRF sobre o enxerto ósseo, sutura e controle radiográfico pós-operatório.

Figura 9 (A, B y C)

Figura 9 (A)

Figura 9 (B)

Figura 9 (C)

Cicatrização do tecido mole em 2 semanas.

Figura 10 (A e B)

Figura 10 (A)

Figura 10 (B)

Visão clínica e radiográfica bidimensional e tridimensional do ganho vertical do processo alveolar 4 meses após a enxertia.

Figura 11 (A, B e C)

Figura 11 (A)

Figura 11 (B)

Figura 11 (C)

Cirurgia para colocação de 2 implantes nas posições 36 e 37. Os parafusos de fixação das placas ósseas também são removidos e é realizada uma radiografia periapical de controle pós-operatório.

Figura 12 (A, B, C, D, E e F)

Figura 12 (F)

Figura 12 (A)

Figura 12 (B)

Figura 12 (C)

Figura 12 (D)

Figura 12 (E)

Os tecidos moles cicatrizaram após a cirurgia de exposição do implante e colocação de abutments multiposições estéticos rotacionais de 2 mm de altura. A faixa de mucosa queratinizada era de 1-2 mm. Teríamos preferido a realização de enxerto livre para aumento da mucosa queratinizada, mas a paciente não desejava realizar tal cirurgia.

Figura 13

Figura 13

Colocação da prótese monolítica definitiva de zircônia. O paciente teve uma mordida cruzada aos 35 e os molares antagonistas palatinizaram, então foi decidido fazer uma reabilitação de 36-37 também em uma mordida cruzada, pois os dentes naturais do paciente provavelmente estavam antes de perdê-los.

Figura 14 (A, B e C)

Figura 14 (A)

Figura 14 (B)

Figura 14 (C)

Controle clínico e radiográfico 12 meses após a colocação da prótese.

Figura 15 (A e B)

Figura 15 (A)

Figura 15 (B)

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